Obras no macroanel que mobilizam 70 trabalhadores promovem desenvolvimento em CG

Obras no macroanel que mobilizam 70 trabalhadores promovem desenvolvimento em CG

A rotatória é a primeira das três planejadas para o trecho de 24 quilômetros da ligação entre as saídas de Rochedo (MS-080) e Cuiabá (BR-163).

Por Redação 03/08/2018 - 22:30 hs
Foto: Reprodução
Obras no macroanel que mobilizam 70 trabalhadores promovem desenvolvimento em CG
Estão prontas duas obras de drenagem, que não estavam previstas no projeto original

O movimento de trabalhadores e máquinas é intenso numa das maiores obras da Prefeitura de Campo Grande em andamento, o último trecho do macroanel rodoviário, ligação de 24 quilômetros entre as saídas para Rochedo (MS-080) e de  Cuiabá (BR-163). São pelo menos 70 trabalhadores mobilizados em várias frentes de serviço. Neste mês está planejada a pavimentação de um trecho de dois  quilômetros, onde nos próximos dias fica pronta a base do futuro pavimento.

Às margens da MS-010  (saída para Rochedinho), por exemplo, o movimento dos caminhões e retroescavadeiras levanta  uma  nuvem vermelha de poeira.  Não é para menos, a terraplanagem da rotatória projetada para o local exigirá uma movimentação de 4 mil metros cúbicos de aterro, material esse que encheria 350 caminhões basculantes.

A rotatória é a primeira das três planejadas para o trecho de 24 quilômetros da ligação entre as saídas de Rochedo (MS-080) e Cuiabá (BR-163).  Dos 24 quilômetros de todo o traçado, 18 já estão concluídos.

Há equipes trabalhando também na implantação dos últimos 700 metros de pista que faltam para terminar o trecho do anel, entre as saídas para Rochedo e Rochedinho.

Estão sendo concluídas as negociações com os últimos seis proprietários, para desapropriação das faixas de áreas localizadas no trajeto projetado da rodovia. Também já foi solicitada a realocação de uma rede de energia elétrica existente no local.

Mais adiante do trecho asfaltado entre a MS-10 e a BR-163, já foi concluído o trabalho de terraplanagem, inclusive nas cabeceiras sobre os córregos Botas e Ceroula. Estão prontas duas obras de drenagem, que não estavam previstas no projeto original.  Foram  construídos dois  colchões drenantes de 250 metros de extensão, estruturas feitas de pedra que servirão para escoamento da água  por dois drenos laterais. Isto evitará que a água aflore, arrastando o aterro da pista.