Controladoria-Geral inicia atividades das unidades setoriais no Governo MS

A CGE atua como órgão Central do Sistema de Controle Interno nas funções de auditoria governamental, ouvidoria, correição, transparência pública, controle social

Por Redação 09/02/2018 - 12:50 hs
Foto: Reprodução
Controladoria-Geral inicia atividades das unidades setoriais no Governo MS
A CGE atua como órgão Central do Sistema de Controle Interno

As ações administrativas das Secretarias de Estado, Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e entidades vinculadas serão acompanhadas cada vez mais de perto. Isso porque a Controladoria-Geral do Estado (CGE) realizou a primeira reunião técnica com a participação dos responsáveis pelas unidades setoriais e seccionais do sistema de controle interno que vão dar apoio administrativo e operacional aos gestores dos entes públicos da administração direta e indireta do Governo de MS.

A CGE atua como órgão Central do Sistema de Controle Interno nas funções de auditoria governamental, ouvidoria, correição, transparência pública, controle social e tem como apoio as Unidades Setoriais, responsáveis pelo apoio administrativo e operacional das Secretarias de Estado e da Procuradoria-Geral do Estado; e as Unidades Seccionais, que dão suporte administrativo e operacional das autarquias, fundos, fundações e empresas públicas.

De acordo com a controladora-geral-adjunta do Estado, Marina Hiraoka Gaidarji, essa é a primeira reunião com os servidores designados a responderem pelas unidades setoriais e seccionais. As orientações estarão sendo passadas de forma gradativa e manteremos as conversas e orientações às unidades permanentemente. Com a publicação do Decreto nº 14.879, as unidades setoriais serão instaladas em todos os órgãos da administração direta. No caso da administração indireta, apenas as relacionadas na Resolução CGE/MS/nº 004, de 30/11/2017, terão implantadas as seccionais, neste momento, sendo que as demais ficarão a cargo da unidade setorial a qual seja vinculada.

“São identificadas fragilidades nos controles das atividades realizadas na administração pública, atribuímos isso, especialmente à falta de rotinas previamente definidas. Sendo assim, não dispomos de controle do que deve ser feito, de como deve ser feito e de quem deve fazer aquela determinada atividade. Um discurso comum que temos ouvido é que as ações são feitas de tal forma porque sempre foram feitas daquele jeito. Então, esse é um dos nossos desafios que vamos aprimorar junto a essa gestão”, pontuou Marina.

Estiveram presentes o auditor-geral, o corregedor-geral, a ouvidora-geral e representantes da Secretarias de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro); de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast); de Administração e Desburocratização (SAD); de Governo e Gestão Estratégica (Segov); de Educação (SED); de Justiça e Segurança Pública (Sejusp); de Cultura e Cidadania (SECC); Fundação Serviços de Saúde de Mato Grosso do Sul (Funsau-MS); Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte); Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen); Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro); Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer); e Procuradoria Geral Do Estado (PGE).