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Vereadora Dharleng Campos apoia a Associação

Associação alerta sobre tratamento contínuo da fibrose cística e vereadora Dharleng apoia iniciativa

27/09/2018

A sessão ordinária de quinta-feira (27) da Câmara Municipal contou com a presença da presidente da Associação Sul-Mato-Grossense de Fibrose Cística (Asmfc), Nelcila da Silva Masselink, para falar sobre a importância da divulgação sobre a doença. O convite para a Palavra Livre foi feito pela vereadora Enfermeira Cida do Amaral. No dia 5 deste mês, conforme Lei 5.979/18  de autoria dos vereadores André Salineiro, Dr. Lívio e João Cesar Mattogrosso, foi celebrado o "Dia Municipal de conscientização e divulgação da Fibrose Cística", que passou a integrar o calendário oficial de eventos do município. 


Nelcila destacou que há mais de 9 anos a Associação está lutando para que essa patologia seja entendida e conscientizada ao público e, inclusive, os governantes. "O tratamento existe, porém na funcionalidade está a desejar, principalmente com falta da medicação. A fibrose cística exige tratamento contínuo; não pode ocorrer atraso e deve ser disponibilizado conforme o médico prescreveu", afirmou.  


A presidente da entidade explicou que a fibrose cística é uma patologia genética, decorrente de mutações nos genes do pai ou da mãe, que podem não manifestar a doença. "Fiz um levantamento e, infelizmente, vem acontecendo muitos casos em que o homem tende a se separar da esposa quando há o diagnóstico e a carga de responsabilidade fica toda para a mulher", alerta.


A vereadora Dharleng Campos usou da palavra para comentar o assunto. De acordo com a parlamentar, "é muito mimportante que os vereadores estejam envolvidos nos cuidados a população. COnte sempre com a Casa de Leis e seu trabalho é essencial para as famílias". 


A presidente da Associação agradeceu o apoio dos vereadores com a criação de data específica para conscientizar sobre a fibrose cística. "Estamos caminhando e agradecemos o apoio e oportunidade de divulgar a fibrose cística", declarou. Nelcila vivencia a doença dentro de casa, pois o neto foi diagnosticado ainda em 2006. Ela reiterou que, desde então, o garoto não precisou mais ser internado e, por isso, exaltou a importância do tratamento não ser interrompido. "Temos o programa, estabelecido na Resolução 61, de 2014. Está no papel, é bonito, mas na funcionalidade está faltando", declarou a presidente da entidade.


Os sintomas da fibrose cística podem variar de acordo com a idade da pessoa, incluindo dificuldade de ganho de peso, problemas respiratórios, perda de sal pelo suor, dor abdominal recorrente, icterícia prolongada, edema hipoproteinêmico, pancreatite recorrente, cirrose biliar, acrodermatite enteropática e retardo no desenvolvimento somático, conforme dados do Ministério da Saúde. 



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