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Vereadora Dharleng Campos (PP)

Temos que elaborar os melhores projetos e investimentos para CG, diz Dharleng Campos

30/09/2018

O projeto de lei 9.087/ 18, a Lei Orçamentária Anual (LOA), que “Estima a Receita e Fixa a Despesa do Município de Campo Grande para o Exercício Financeiro de 2019 e dá Outras Providências”, de autoria do Executivo Municipal,  está tramitando na Câmara de Vereadores. De acordo com a vereadora Dharleng Campos, do Progressista, "discutir o orçamento é muito importante pois vamos conseguir atender as necessidades da população. São projetos em várias áreas que impactarão no dia a dia da comunidade. Ao mesmo tempo que os vereadores discutirão o valor do orçamento, já vamos debater também as melhorias que vamos poder promover para atender a nossa gente", disse a parlamentar.


Consta no projeto que "para o exercício de 2019, foi estimado o valor de R$ 4.008.320,000,00 (quatro bilhões, oito milhões, trezentos e vinte mil reais), ajustando o proposto nas Metas Fiscais constantes na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), esta devidamente adequada à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), entre outras normas. 


Conforme trâmite regimental da Casa de Leis, a proposta ainda deverá passar pelas comissões de Finanças e Orçamento e a de Legislação, Justiça e Redação Final, para emissão dos pareceres. Também deverá ser feita audiência pública para discutir as eventuais emendas que serão apresentadas. Os vereadores têm até a última sessão ordinária deste ano, prevista para 20 de dezembro, para votar a LOA.  


Na proposta, consta ainda a previsão de ações para elevar as receitas municipais "realizando estudos e investimentos com o propósito de incrementar a arrecadação dos impostos, especialmente o ISSQN, o IPTU, a cobrança da dívida ativa, o acompanhamento dos repasses de outros tributos como é o caso do ICMS". No entanto, pondera-se na proposta que a previsão pode sofrer alterações em decorrência do cenário econômico.


O relatório aborda ainda as despesas com pessoal e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O percentual registrado no Relatório de Gestão Fiscal no 2° quadrimestre do corrente exercício foi de 48,97% da receita corrente líquida, abaixo do limite prudencial estabelecido pela LRF. A proposta tem, no total, 376 páginas, detalhando as receitas, despesas e investimentos previstos para cada secretaria. 



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